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Glaucoma em Resende: diagnóstico e acompanhamento

Medida da pressão do olho, gonioscopia e campo visual computadorizado na própria clínica, com acompanhamento pela Dra. Lívia Mota.

Sala de exame com lâmpada de fenda
Sala de exameCentro Oftalmológico Provisão, em Resende

O que é o glaucoma

O glaucoma é uma doença do nervo óptico, o nervo que leva as imagens do olho para o cérebro. Na maioria das vezes está ligado à pressão alta dentro do olho, mas também pode acontecer com a pressão normal.

A perda de visão começa pelas laterais e avança devagar. A parte da visão que já foi perdida não volta. Por isso o objetivo do tratamento é impedir que a doença avance.

Por que fazer o exame mesmo enxergando bem

No tipo mais comum, o glaucoma não dói e não dá sinais no começo. Muita gente só percebe quando a perda já está avançada. O exame encontra a doença antes disso.

Quem deve ter mais atenção

  • Pessoas acima de 40 anos.
  • Quem tem pais ou irmãos com glaucoma.
  • Quem tem diabetes ou miopia alta.
  • Quem usa ou usou corticoide por muito tempo.
  • Quem já teve pressão do olho alta em algum exame.

Exames de glaucoma feitos na clínica

Os exames abaixo são feitos no mesmo endereço da consulta. O médico pede os que fazem sentido para o seu caso.

  • Tonometria

    Mede a pressão dentro do olho.

  • Gonioscopia

    Examina o ângulo por onde o líquido do olho é drenado, o que ajuda a definir o tipo de glaucoma.

  • Campo visual computadorizado

    Mapeia a visão lateral. Você olha para um ponto fixo e aperta um botão quando enxerga uma luz.

  • Tomografia de coerência óptica (OCT)

    Mostra em imagens a espessura das fibras do nervo óptico, sem encostar no olho.

  • Paquimetria ultrassônica

    Mede a espessura da córnea, que entra na interpretação da pressão do olho.

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Como é o tratamento

Na maioria dos casos, o tratamento começa com colírios de uso diário, que baixam a pressão do olho. Em alguns casos são indicados laser ou cirurgia.

O glaucoma pede acompanhamento por toda a vida, com retornos e exames repetidos de tempos em tempos. O colírio não deve ser interrompido sem orientação médica, mesmo quando a pessoa não sente nada.

O tratamento e a frequência dos retornos são definidos na consulta, conforme o resultado dos exames.

Quando não esperar

Dor forte no olho, olho vermelho, visão embaçada de repente e halos coloridos em volta das luzes, às vezes com dor de cabeça e enjoo, podem ser uma crise de glaucoma. Nesse caso, procure atendimento de urgência no mesmo dia.

Quem acompanha o glaucoma na clínica

Dra. Lívia Mota, oftalmologista

Dra. Lívia Mota

Médica oftalmologista, CRM-RJ 97899-0, Oftalmologia RQE 38258

Glaucoma e oftalmologia infantil

Formada pela UNIFOA, com residência em Oftalmologia no Complexo Estadual Padre Bento (SP), formação em Glaucoma e Catarata e pós-graduação em Oftalmopediatria. Integra a Sociedade Brasileira de Glaucoma.

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Perguntas frequentes

Glaucoma tem cura?

Não tem cura, mas na maioria dos casos tem controle. Com o tratamento e os retornos, o objetivo é impedir que a perda de visão avance.

O exame de glaucoma dói?

Não. Os exames que encostam no olho são feitos com colírio anestésico, e o campo visual é feito olhando para um aparelho e apertando um botão.

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